segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Afinal, o sexo cura as enxaquecas

A velha desculpa da dor de cabeça que as mulheres usam quando não querem fazer sexo deixou de fazer sentido. Uma equipa de neurologistas da Universidade de Munster, na Alemanha, concluiu que para curar uma enxaqueca uma relação sexual é mais eficaz do que tomar analgésicos. 

O estudo, publicado pela «International Headache Society», descobriu que os sintomas de metade dos episódios de enxaquecas estudados melhoravam durante o sexo. Uma em cada cinco pessoas não teve mais dores depois de ter relações sexuais.

Durante a atividade sexual, o cérebro produz endorfinas, uma espécie de analgésico natural, que acalma o efeito de uma enxaqueca. Os investigadores indicam no estudo que «o sexo pode acabar com os ataques de enxaquecas e dores de cabeça e a atividade sexual já é usada por alguns pacientes como tratamento».

Para completar a pesquisa, os autores do estudo realizaram um inquérito a 800 pessoas com episódios periódicos e a 200 pessoas com episódios mais recorrentes. De acordo com o estudo, mais de um terço dos inquiridos fizeram sexo durante um episódio de enxaquecas e dois em cada três notou uma melhoria nos sintomas. Três em cada quatro dos inquiridos ficaram, completamente, sem dor de cabeça.

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Fazer sexo no espaço pode não ser grande coisa

O céu é o limite e as viagens ao espaço para o comum dos mortais podem vir a tornar-se algo banal no futuro, mas, afinal, sexo pode não ser a melhor coisa para fazer lá em cima.

Ainda não foi testada a reação de humanos ou sequer animais, mas, um estudo feito com plantas mostra que o espaço traz alterações celulares, afetando processos biológicos, como se existisse um engarrafamento, comum em doenças do foro neurológico como Parkinson, ou Alzheimer, descreve uma das investigadoras na revista «LiveScience» e que o jornal «The Independent» cita. A «falta de peso» pode não ajudar a fazer bebés.

Não há uma linha definida para o momento em que se começa a produzir esta alteração, mas será a partir da linha «Karman», que começa a 100 quilómetros de altitude.

Ora, um multimilionário quer financiar uma viagem a Marte para um casal, que permaneceria no espaço durante 16 meses. Sabendo isto, haverá voluntários?

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Nasceu sem pénis, mas dormiu com mais de cem mulheres

Um homem britânico confessou a um jornal que conseguiu dormir com mais de cem mulheres, escondendo até agora o seu segredo. Andrew Wardle, de 39 anos, nasceu sem pénis, um problema que afeta um em cada 20 milhões de homens.

Wardle prepara-se agora para uma cirurgia inovadora, que o tornará num dos primeiros homens a ter um pénis novo, construído a partir da pele do seu braço. O homem contou ao «The Sun» que nunca pensou «que este dia chegasse «e ainda não acredito que me é possível ter um pénis totalmente funcional».

O britânico nasceu com uma bexiga ectópica, formada fora do seu corpo. Foi operado, mas não resolveram a questão de nascer sem pénis. Mesmo sem o membro, Andrew tem testículos. Ao crescer, o homem teve vários problemas de rins e teve de se sujeitar a 15 cirurgias para poder urinar através de um tubo. 

A sua vida não foi fácil: foi adotado depois da mãe o ter abandonado, sofreu de bullying e conseguiu manter uma relação com uma rapariga durante quatro anos, que acabou por deixá-lo porque «ela queria experimentar coisas que eu não podia fazer». 

Aos 21, Andrew acabou por se entregar às drogas, como o ecstasy e o LSD, que lhe deram uma forma perfeita para esconder o problema. «Ia para a cama com raparigas mas dizia que não podia ir mais longe por causa das drogas», conta. 

Andrew confessa que o facto de não querer ter sexo atraiu mais as mulheres. «Eu tinha charme e conversa porque não era tudo sobre sexo». Só quando se mudou para Espanha é que Andrew começou a ter problemas com mulheres.

Acabou por ganhar uma depressão. Depois de ter sofrido uma overdose em 2011, Andrew decidiu consultar um médico, que lhe falou na cirurgia. A operação consiste em retirar um pedaço da pele do braço, com veias e nervos integrados, enrolá-lo e colocá-lo na zona púbica. 

Ligado aos testículos e à bexiga, o novo «pénis» permitirá a Andrew ir ao wc, ter sensação, fazer sexo e, quem sabe, tornar-se fértil. Wardle fará a operação no verão deste ano e tem planos para escrever um livro sobre a sua história.