terça-feira, 31 de janeiro de 2012

“Dizem que eu sou doente…”

“Tenho 25 anos e desde sempre me assumi como lésbica, não tendo dificuldades em lidar com isso, no entanto, num novo trabalho sou vista como doente...”

Cara leitora, seria importante, em primeiro, lugar reflectir se são os outros que a vêem como doente, ou, se pelo contrário, a leitora acha que os outros a vêem dessa forma. Se de facto algum dos seus colegas a insultou dessa forma, então a leitora tem de fazê-los entender que a homossexualidade não é uma doença. A homossexualidade, por si só, não promove a anormalidade psicológica e isso sim é importante ter em mente. Não dê tanta importância ao que os outros lhe dizem e não deixe que isto abale a sua estabilidade emocional.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

O Marido

Um casal estava a dormir profundamente quando, de repente, lá pelas três horas da manhã, escutam ruídos fora do quarto. A mulher fica sobressaltada e, totalmente espantada e diz ao homem:
- Aaaaaiiiiiii!!!! Meu Deus, deve ser o meu marido!
Ele levanta-se espantadíssimo e todo nú, pula como pode pela janela e cai em cima de uma planta com espinhos. Em poucos segundos volta pela mesma janela, todo machucado e grita:
- Desgraçada!!!! O teu marido sou eu!!!

sábado, 21 de janeiro de 2012

“Tamanho do pénis é importante?”

“Nunca me preocupei com estas coisas de tamanho do pénis, nunca me interessei muito sobre isso. No entanto, agora nesta nova relação sinto que para a minha namorada isso é importante e tenho medo de ter um pénis pequeno…”

Caro leitor, tranquilize-se, porque, de facto, se nunca deu importância a este assunto é porque sempre conseguiu proporcionar prazer às suas companheiras. Lembre-se que o que importa não é tanto o tamanho do pénis, mas sim a satisfação de ambos durante o acto sexual. Não se preocupe com essas questões e reduza a ansiedade associada a esta nova relação. Penso que o que está a preocupá-lo será a novidade associada à relação, e talvez o medo de falhar. Concentre-se na relação a dois, procure proporcionar e obter prazer nesta nova caminhada, que ainda agora teve o seu início. Minimize essas questões do tamanho e siga em frente, no entanto, se continuar a sentir-se desconfortável com esta questão fale abertamente com a sua namorada, verá que esta conversa trará frutos.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

O Pequeno-Almoço

Encontram-se duas prostitutas de manhã:
Diz a primeira:
- Se não fosse a "queca" de ontem à noite, hoje não tinha tomado o pequeno-almoço.
Diz a outra:
- Se não fosse o broche desta manhã, ainda tinha o estômago vazio!

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

“Podem descobrir-me?”

“Nunca escondi que sou homossexual, no entanto, quero saber se é possível ao olharem para mim descobrirem que sou homossexual?”

Caro leitor, as pessoas com ‘maneirismos’, os ditos ‘efeminados’, são uma minoria entre os homossexuais, por isso não se preocupe com essa questão. Experimente perguntar a opinião sincera de amigos mais próximos. No entanto, é importante concentrar-se em si, no seu sentir e na forma saudável como vive a sua orientação sexual, tentando retirar dessa opção o maior prazer.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Um vizinho telefona a uma vizinha e atende-lhe o cão, então ele diz:
- Boby vai-me responder, se for sim ladras uma vez se for não ladras duas. Está bem
- Ão!
- Então a tua dona está em casa?
- Ão!
- Ela está na casa de banho?
- Ão!Ão!
- Ela está na sala?
- Ão!Ão!
- Ela está na cozinha?
- Ão!Ão!
- Ela está no quarto?
- Ão!
- Ela está em pé?
- Ão!Ão!
-Ela está deitada?
- Ão!
-Ela está com uma mulher?
- Ão!Ão!
-Ela está com um homem?
- Ão!
- Então o que estão a fazer!?!?!?
- Aaaaaaauuuuuuuuuu!!!!!!!!

domingo, 1 de janeiro de 2012

“Magoa-me o peito!”

“O meu marido, quando está verdadeiramente excitado, aperta-me o peito, o que me magoa bastante. O que devo fazer? Tenho medo que ele não me entenda se eu me queixar…”

Cara leitora, há certos pontos do corpo, tanto dos homens como das mulheres, que são muito sensíveis. Assim, a forma como se proporciona o toque é bastante importante porque, muitas vezes, dá-se o caso de se magoar o parceiro sem ter a noção disso. Assim sendo, não perca tempo e alerte o seu marido para esse facto. Possivelmente, com os estímulos ele nem sequer tem a noção da força que utiliza para apertar os seus seios. Não receie falar, pois quanto mais adiar essa conversa mais dores e desconforto irá sentir, porque o seu marido age com naturalidade.